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Yes We Can(ada)

Yes We Can(ada)

A Norte - Montreal - Osheaga

Como já mencionado no post anterior, aproveitamos a nossa passagem por Montreal para ver Liam Gallagher e Muse no festival Osheaga!

 

Quanto ao concerto mais desejado do dia, Liam Gallagher, o rapaz foi ele mesmo, teve apenas 45 minutos para mostrar o que vale, mas passou com distinção!

 

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Entre os concertos, deu para ver o imenso espaço do festival que se estendia pelo parque Jean Drapeau, numa ilha mesmo em frente à cidade! O festival tinha 7 palcos, espalhados pelo parque, as habituais barraquinhas das marcas e os seus brindes e várias opções de refeições. Nós optamos pela atracção de Montreal - a tão canadiana Poutine!

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A fechar este dia de festival estiveram os irrepreensíveis Muse. Apesar de os adorarmos e do concerto ter sido espectacular como sempre, se não fosse pelo "Sir" Liam Gallagher não os teríamos ido ver pelo terceiro ano consecutivo, quarta vez no total!

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Pontos positivos do festival:

- localização, num parque lindíssimo com umas vistas sobre a cidade, o rio e o próprio parque, magníficas

- opções para jantar

- organização dos palcos, tudo estava perfeitamente alinhado e cumpriram com todos os horários

- opções para refrescar, o que no dia em que fomos não fez grande falta, mas em dias de muito calor é uma grande vantagem

-possibilidade de levar uma garrafa de água vazia para ir enchendo ao longo do dia nos bebedouros do parque, bem como a quantidade de pessoas pelo parque a vender bebidas de forma ambulante

 

Pontos negativos do festival:

- o caminho e os pórticos de entrada/saída - nas horas que entramos/saímos, foi quando houve maior afluência e foi claustrofóbico caminhar e passar os pórticos de segurança, espaço notoriamente insuficiente para tanta gente, uma verdadeira falha de segurança

- o público em geral, arriscamos dizer que 90% das pessoas não estavam lá para assistir aos concertos mas sim para mostrar as maminhas, peitorais bem definidos e rabiosques a caminhar alegremente pelo parque em fio dental

- o recinto em terra -  no dia anterior tinha chovido imenso, o que fez com que o recinto estivesse uma verdadeira poça de lama em algumas zonas

 

Pondo tudo na balança não deixou de ser uma óptima experiência, que valeu essencialmente pelos dois concertos!

 

 

 

A Norte - Montreal

Montreal, situada na província do Quebec, foi a favorita das 3! Tem muiiiiiiiiiiiiiiita vida, muitos restaurantes, muita influência francesa, o que a faz ser diferente de tudo o que já tínhamos visto no Canada e USA. Adorámos as refeições que fizemos nesta cidade, muito mais parecidas com o que estamos habituados em "casa"!

O dia que planeamos para visitar a cidade, coincidiu com os concertos de Liam Gallagher e Muse no festival Osheaga, pelo que, tivemos que lá dar um saltinho! (ver post seguinte sobre o festival)

 

Destacamos o que conquistou o nosso coração:

 

- Notre-Dame Basilica - Fantástica! Das Basílicas mais bonitas que alguma vez visitamos. Arriscamos dizer que o interior é mais bonito que a icónica Basílica francesa!

 

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- Ruas repletas de galerias de arte, restaurantes, museus, lojinhas tradicionais, peças de arte e igrejas bonitas, a zona ribeirinha e a china town

 

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- Brasserie T - o nosso almoço dos Deuses! Croquetes de queijo, tábua de charcutaria, chou de frutos vermelhos e mousse de chocolate de leite! Divinal!

 

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- Marche Bonsecours - mais um mercado recheado de restaurantes!

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 - City Hall

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Em suma, Montreal é uma cidade cheia de vida ao bom estilo boémio francês! Mesmo já perto da 1h da manhã, não faltavam restaurantes abertos, pessoas nas ruas e muitos clubes nocturnos!

 

 

 

 

A Norte - Ottawa

No passado fim de semana, tivemos 4 dias e rumamos a Norte para conhecer três das mais icónicas cidades canadianas. Ottawa, Montreal e Quebec!

Ottawa, a capital, será a cidade de que iremos falar neste post! Faz ainda parte da província de Ontario, onde vivemos, mas já tem alguma influencia da província vizinha, o Quebec!

Para visitar as três cidades fizemos 2000km em quatro dias, começamos a ficar especialistas em road-trips!

 

De Ottawa, destacamos as seguintes atracções:

 

- ByWard Market - mercado com diversos restaurantes tanto no interior como no exterior.

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- Parliament Hill - Bem ao estilo britânico, o parlamento que como o próprio nome indica fica numa colina, é um monumento lindíssimo, que não pode deixar de ser visitado!

 

 

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- Rideau Canal e o Fairmont Château Laurier (à direita) - durante o inverno, o canal artifical congela e transforma-se no maior ringue de patinagem do mundo, com 7,8 km de extensão! O Fairmont Château Laurier é o hotel mais famoso de Ottawa!

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- National Gallery of Canada e Notre-Dame Cathedral - a Catedral é lindíssima, mas no que toca a catedrais a mais fantástica fica em Montreal, que falaremos de seguida!

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- National War Memorial - onde assistimos ao render da guarda

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Resumindo, Ottawa é uma cidade muito bonita, que vale a pena visitar. Apesar de ser a capital, é bem menos movimentada que Toronto, mas está recheada de bons motivos para uma visita!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

We are the champions… again!

Quando em Julho de 2005 tivemos o privilégio de ver os Queen, mal podíamos imaginar que esta noite mágica se iria repetir por mais duas vezes.

Na altura o concerto realizou-se no estádio do Restelo, tendo a banda actuado com o vocalista Paul Rodgers.

Mas o facto é que no ano passado a experiência se repetiu, desta vez com o magnifico Adam Lambert, que encaixou que nem uma luva naquela noite do parque da Bela Vista.

 

Desta vez o concerto realizou-se no “Air Canada Center”, uma espécie de Meo Arena, situado no coração de Toronto. A grande diferença é o facto de todas as pessoas estarem sentadas, mesmo na plateia, algo que é bastante habitual nos concertos realizados quer nos EUA, quer no Canadá.

 

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O palco, em forma de guitarra, fazia antever uma grande noite de rock, carregada de energia e emoções fortes.

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Brian May (guitarra) e Roger Taylor (bateria) fizeram-se acompanhar mais uma vez por Adam Lambert, tendo arrancado o espectáculo com um cheirinho de “We will rock you”, como que a estabelecer um compromisso com o público, seguida da pujante “Hammer to Fall”.

 

 

 

Adam Lambert é sem dúvida o personagem ideal para desempenhar este papel. Tem a voz, a energia e o toque de diva necessários. Tem também a paixão pelos Queen e pelo próprio Freddie Mercury, que confessou no inicio do espectáculo, tirando desde logo esse peso de cima. Ele estava ali para usufruir do privilégio que é partilhar o palco com aquelas lendas do rock and roll e não para imitar Freddie, uma vez que “Freddie só houve um”.

 

A noite foi mais uma vez um recital dos grandes êxitos dos Queen: “Another one bites the dust”, “Killer Queen”, “Don’t Stop Me Now”, “Somebody to Love” , “Bohemian Rhapsody”, entre muitas outras.

Aqui e ali, o “Mr. Bad Guy” ia fazendo algumas “aparições”, através de vídeos de partes de algumas musicas, mostrando que as lendas nunca morrem, pelo menos no coração dos amantes da musica.

Houve dois momentos bastante especiais que gostávamos de destacar. O primeiro, quando Brian May se chegou literalmente à frente, colocando-se na extremidade da enorme guitarra que atravessava a arena, e tocou “Love of my Life”. Foi naturalmente acompanhado pelas quase 20.000 vozes que preencheram a arena e, no final, apareceu Freddie no ecrã entoando os últimos versos do tema.

Impossível ficar indiferente a este momento, especialmente quando vemos o próprio Brian May, 25 anos depois da perda do amigo,a não conseguir conter as lágrimas.

O outro momento foi a celebração do aniversario de Brian May, que completou 70 anos nessa noite, tendo sido brindado com o tema “Happy Birthday to You” , entoado por toda a plateia. Não é todos os dias que se canta os parabéns a uma lenda do rock certo?

 

Uma palavra também para Roger Taylors, que com quase 68 anos, ainda faz solos de bateria de fazer inveja a muitos jovens!

A noite terminou, após duas horas de concerto, com a inevitável “We are the champions”. Ao contrário de outros campeonatos, em que esta música não tem sido utilizada para os nossos lados, neste jogo todos ganhamos, todos saímos campeões!

Por mais concertos a que possamos assistir, estes são sem duvidas os mais especiais. Existe sem dúvida uma energia especial, ele esteve lá novamente, foi possível sentir a sua presença.

 

Ao concerto seguiram-se duas horas de viagem, de regresso à nossa “London”, que feitas as contas só nos permitiu ter cerca de 3 horas de sono. No dia seguinte, sentiamo-nos cansados mas de coração cheiro. “We are the champions… again!”